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Representantes da Agricultures Network visitam experiências de Jovens e Mulheres na Região do Polo da Borborema

Nos dias 31 de agosto e 1º de setembro, um grupo formado por nove visitantes, representantes de organizações do Senegal, Índia, Peru e Holanda que integram a AgriCultures Network (rede dedicada a apoiar atividades de sistematização e divulgação de experiências em agroecologia pelo mundo), visitou duas propriedades de agricultores da região de atuação do Polo da Borborema, uma rede de 14 sindicatos de trabalhadores rurais, que com a assessoria da AS-PTA Agricultura Familiar e Agroecologia, trabalha desde 1993 pelo fortalecimento da agricultura familiar de base agroecológica na região.

A primeira experiência visitada foi a de Marinalva Berlarmino, mais conhecida como “Nalva”, moradora do Assentamento Junco, município de Remígio-PB. Com o apoio do Sindicato dos Trabalhadores Rurais do município e da Comissão de Saúde e Alimentação do Polo da Borborema da qual faz parte, Nalva diversificou a sua produção de frutas, hortaliças, plantas medicinais e roçados, além de fortalecer a sua criação de galinhas de capoeira e de gado com a ajuda de tecnologias sociais como as cisternas de placas e a cisterna-calçadão para produção. Além de ter se aberto para um mundo novo, onde seu saber e sua capacidade são valorizados e reconhecidos, a agricultora colhe outros frutos a partir da sua nova forma de organização comunitária e produção, que impactaram a qualidade da alimentação e a saúde da sua família: “Criei três filhos muito saudáveis. Sempre que eles viajam, eu tenho a preocupação e recomendo o cuidado com a alimentação. Aqui em casa em caso de doença a gente recorre primeiro às plantas medicinais antes que qualquer coisa”, afirma Nalva.
Um grupo de mulheres agricultoras experimentadoras do Polo da Borborema acompanhou a visita e ajudou a contextualizar a experiência de Nalva, que tratou sobre temas como o enfrentamento à violência contra a mulher, o beneficiamento de frutas e outros produtos da agricultura familiar e o acesso aos mercados e às políticas públicas pelas mulheres. Perguntada pelos visitantes sobre se os consumidores das feiras agroecológicas não estariam dispostos a pagar um preço a mais pelos produtos orgânicos, Anilda Pereira, da Coordenação da Ecoborborema, associação que reúne os feirantes do Polo da Borborema, respondeu: “O nosso propósito não é apenas vender, é ser solidário, pois a gente não quer que o nosso alimento vá apenas para a mesa de quem tem condições. O nosso público é de pessoas pobres também, por isso o nosso preço é justo”, disse.
Visitantes conheceram experiências em campo | Foto: Arquivo AS-PTA
As mulheres também falaram sobre o movimento criado em torno da luta pelo fim de todas as formas de violência contra a mulher, com a realização pelo sexto ano consecutivo, da Marcha pela Vida das Mulheres e pela Agroecologia, que reúne milhares de mulheres agricultoras da região: “O trabalho e os momentos de formação específicos para as mulheres surgiram porque, em muitos espaços, a gente não enxergava o trabalho e a contribuição da mulher na agricultura, as mulheres experimentavam, mas estavam isoladas. Hoje a gente diz que mal dá tempo de guardar as nossas bandeiras, pois a gente termina uma marcha e já está marchando de novo”, disse Gizelda Bezerra, liderança do Polo da Borborema. A experiência das mulheres impressionou os visitantes: “Estou muito impressionada com a sua alegria em fazer a agricultura e o amor que têm pelo que fazem, pela sua força, o que eu tenho ouvido aqui, fazem de vocês um exemplo para o mundo inteiro”, afirmou Janneke Bruil, do Ileia – Centre for Learning on Sustainable Agriculture, da Holanda.
Na tarde do dia 31, os visitantes se reuniram na sede da AS-PTA, onde o Polo da Borborema apresentou a forma como organiza o seu trabalho na região, que envolve 5 mil famílias, por meio de comissões temáticas: saúde e alimentação, que engloba o trabalho com as mulheres; recursos hídricos; criação animal; sementes e manejo da fertilidade dos solos; agrobiodiversidade; infância e juventude e acesso a mercados. Encerrando o primeiro dia de visita, o grupo participou do lançamento do vídeo “Minha vida é no meio do mundo”, produzido pela AS-PTA e pelo Polo no Cine RT, em Remígio-PB.
A segunda propriedade visitada foi a da família dos irmãos Fernanda e Alex da Silva Marques, adolescentes da Comissão de Jovens de Massaranduba, moradores do Sítio Cachoeira de Pedra D’água. Os dois jovens são coordenadores do núcleo de juventude de sua comunidade: “Depois que passamos a participar, mudamos a nossa forma de trabalhar e colocamos em prática aqui o que aprendemos lá fora. Nós tentamos trazer cada vez mais jovens para participar e hoje na comissão municipal já temos mais ou menos 100 jovens participando”, avalia Fernanda.
Os visitantes conheceram experiências como a da esterqueira, tecnologia para o beneficiamento de esterco, produção ao redor da cisterna-calçadão, campo de multiplicação de sementes feito por meio de mutirão de jovens agricultores e criação de pequenos animais como caprinos e galinhas com apoio do Fundo Rotativo Solidário voltado para a juventude, entre outras. “O Fundo Rotativo Solidário, além de contribuir com a vida de muitos jovens, ajuda a organizar nossas comunidades, diante do desafio de aumentar as criações com propriedades tão pequenas, foi que surgiu o FRS de galinhas de capoeira, também como uma forma de enfrentar uma ameaça que nós temos que são as galinhas caipiras. A luta pela terra é importante para nós, mas primeiro a gente precisa reafirmar a importância que a terra tem nas nossas vidas: pra quê a gente quer terra? Essa reflexão vem dar um sentido à luta pela terra pelos jovens”, afirmou Maria Gabriela Galdino dos Santos, liderança da comissão de jovens municipal.
Atividades aconteceram na área de atuação do Polo da Borborema | Foto: Arquivos AS-PTA
Mais de 20 jovens da comissão municipal participaram da apresentação da experiência e falaram sobre a importância que o tema da juventude tem ganhado dentro do trabalho do Polo da Borborema: “A juventude hoje ocupa vários espaços, está presente nas comissões temáticas, nas feiras agroecológicas. Eu mesma sou o exemplo de uma jovem que achava que precisava sair do campo, mas a partir do momento em que comecei a participar, eu fui me enxergando enquanto agricultora e vi que o jovem também faz parte da agricultura”, disse Mônica Lourenço, liderança jovem do Assentamento Caiana, em Massaranduba.
AgriCultures Network - A atividade mais conhecida da AgriCultures Network é a produção de revistas dedicadas à divulgação e análise de iniciativas de agroecologia. A revista Agriculturas: experiências em agroecologia, editada pela AS-PTA – Agricultura Familiar e Agroecologia, corresponde à edição brasileira do projeto editorial da rede. Produzida desde 2004 e com tiragens trimestrais, a revista é distribuída para milhares de subscritores de todas as regiões do país.
O grupo que visitou a região da Borborema é composto por representantes de organizações que editam revistas similares em países da África, Ásia, América Latina e Europa. As revistas produzidas pela rede chegam regularmente a mais de um milhão de leitores por meio de edições publicadas em inglês, francês, espanhol, português e 5 línguas locais da Índia.

FONTE:http://www.asabrasil.org.br
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Na Paraíba, Dilma diz que é preciso coragem para enfrentar problemas

Por Luana Lourenço Edição:Carolina Pimentel Fonte:Agência Brasil
A presidenta Dilma Rousseff disse nesta sexta (4), em evento na Paraíba, que é preciso ter coragem para enfrentar problemas. Ela fez a declaração ao agradecer uma manifestação de solidariedade do governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), que defendeu o governo de Dilma de críticas e a continuação do mandato da presidenta até 2018.
“Quero agradecer o Coutinho. O Brasil é feito de homens com estatura, o Brasil é feito de lideranças políticas que têm estatura e essas lideranças políticas também têm coragem. E quando você tem coragem não há nada que possa impedir que você enfrente um problema”, disse Dilma, durante a entrega de habitações do programa Minha Casa, Minha Vida, em Campina Grande.
Coutinho discursou pouco antes de Dilma, e defendeu o governo e criticou os que, segundo o governador, tentam derrubar a estabilidade do país. “Eu defendo a institucionalidade, a senhora foi eleita para governar e vai governar esse país. A senhora vai superar adversidades por esse povo que precisa ter esse país centrado e em plena recuperação econômica e é para isso que estamos dispostos a contribuir”, disse o governador, que convocou a plateia a se mobilizar em defesa do governo.
“Faço um apelo para que nos multipliquemos, observemos que não é hora de retroceder, é hora de proteger como a mãe que protege o filho ao entrar em uma casa nova como essa. Esse é o momento em que a nação brasileira tem de demonstrar esse sentimento”.
Durante o discurso, Dilma falou várias vezes em união pelo bem do Brasil, independentemente de divergências políticas e partidárias, para que o país supere a crise.
“A força para superar as dificuldades sai primeiro de uma atitude de a gente tem que reconhecer que tem dificuldade. Depois qual o movimento? É todo mundo, independente do interesse partidário e da convicção, termos de primeiro olhar o bem do Brasil, é a primeira coisa que se olha. É como na sua casa, diante da dificuldade, se todo mundo ficar junto supera mais rápido”, comparou.
Segundo Dilma, apesar das dificuldades econômicas, o país não pode voltar atrás em conquistas que beneficiaram principalmente os mais pobres e destacou que programas sociais estão sendo mantidos.
“Um governo faz escolhas. Escolhemos gastar com a casa própria das pessoas que mais precisam, das famílias que mais precisam e essa é uma escolha que ilumina o meu governo. O meu governo tem compromisso com aqueles que são os mais pobres”, disse a presidenta, que também citou a garantia de recursos para o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Mais Médicos.
Mais cedo, em entrevista a rádios paraibanas, Dilma havia dito que o governo “cortou tudo o que poderia ser cortado ou o que poderia esperar”, mas sem comprometer os programas sociais.
Além da entrega de casas em Campina Grande, Dilma participa de mais dois eventos na Paraíba: uma reunião com empresários locais e uma nova rodada do Dialoga Brasil, em que ouvirá sugestões de cidadãos para melhoria das políticas do governo, ambos em João Pessoa.
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Onde há vento, não há crise

G1.

Aerogeradores de energia eólica em São Miguel do Gostoso (RN).
Enquanto o Brasil amarga uma das piores crises econômicas de sua História, o vento pede passagem. A palavra crise passa longe da cadeia de produção de energia eólica, que já responde por 5% de toda a energia consumida no país (em 2023 deverão ser impressionantes 23%) com aproximadamente 40 mil empregos gerados, 11 fábricas instaladas – com demanda crescente de mão de obra especializada – e R$ 6 bilhões de investimentos previstos por conta dos leilões de energia já realizados.

É no Nordeste do país que os parques eólicos se multiplicam mais rapidamente. Ventos fortes e regulares determinam a atratividade do negócio que tornou o Brasil o 4º país do mundo que mais investiu nessa fonte em 2014, atingindo o 10º lugar no ranking internacional das nações que mais produzem energia eólica.

Ventos fortes e constantes atraem investidores no RN
Destaque para o Rio Grande do Norte, que apesar da pequena extensão territorial, se tornou o grande provedor de energia do Brasil a partir do vento, com 34% de toda a capacidade instalada no país. São 81 parques eólicos em operação, 22 em construção e outros 77 já autorizados. Se a natureza foi generosa com os potiguares soprando os ventos que fazem a alegria dos investidores – e dos muitos proprietários rurais, invariavelmente pequenos, que recebem royalties pela energia gerada – os gestores públicos tentam fazer a parte que lhes cabe. Foram 2.500 licenciamentos ambientais concedidos em um estado onde não se leva mais do que 3 horas para abrir uma nova empresa. 

Castigado por quase 5 anos de severa estiagem, o Nordeste deve aos parques eólicos (pelo menos até agora) a eliminação do risco de desabastecimento de água para consumo humano. Cada MW de energia gerado pelo vento permite que menos água saia dos reservatórios para esse fim. A região também se beneficia do fato de que é justamente nos períodos de seca que o vento sopra mais forte. Nos meses de chuva – quando chove – há menos ventos. A chamada “complementaridade” torna o sistema elétrico mais eficiente e seguro.  

No último dia 11 de agosto, registrou-se um feito histórico: o fator de capacidade (o percentual de energia efetivamente gerado) dos ventos do nordeste foi de 80% - um recorde – muito acima, por exemplo, da média mundial que oscila na faixa dos 30%. Até o Diretor-Geral do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), Hermes Chipp, a quem cabe a pilotagem do sistema interligado nacional, declarou-se surpreendido com o desempenho do setor eólico. Sincero, ele também admitiu que mudou de opinião em relação a importância do vento na matriz energética brasileira. Se há 5 anos o clima era de desconfiança, pelo fato da energia eólica ser intermitente, hoje prevalece a certeza de que sem os ventos a situação seria muito pior. 

Hermes Chipp foi um dos convidados da mesa redonda mediada por mim no primeiro dia de debates do  Windpower Brazil 2015, que acontece até amanhã no Rio de Janeiro reunindo mais de 2 mil participantes de 804 empresas nacionais e estrangeiras.  

Quem quiser conferir de perto o evento deve se preparar para uma sensação estranha, uma espécie de vertigem, ao se deparar com uma avalanche de dados, números, estatísticas, projeções e depoimentos de quem parece distante da crise econômica do país. "Crise, que crise?", é a pergunta que não quer calar quando o assunto é energia eólica.

Presidente executiva da Abeeólica, Associação Brasileira de Energia Éolica, Elbia Melo, fala em conferência.
Fotos 1 e 2: Geradores de energia eólica no Rio Grande do Norte. Créditos: Felipe Gibson/G1
Foto 3:  Presidente executiva da Abeeólica, Associação Brasileira de Energia Éolica, Elbia Melo, fala durante conferência. Crédito: Arquivo Pessoal.

Fonte:http://g1.globo.com


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Sem água no Gargalheiras, cidades do Seridó potiguar entram em colapso

Com paenas 6% de água, açude Gargalheiras tem o nível mais baixo da história (Foto: Fred Carvalho/G1)
Em outubro de 2014, açude Gargalheiras estava com apenas 6% do volume total. Última medição realizada no reservatório apontou para o volume de 0,2%  (Foto: Fred Carvalho/G1)
A Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) suspendeu, ainda na noite desta terça-feira (1º), o abastecimento de água nas cidades de Acari e Currais Novos, ambas na região Seridó potiguar. Segundo a companhia, o colapso se deu porque o açude Gargalheiras, que fica em Acari e abastece as duas cidades, chegou a um volume que impossibilita a captação de água. Medidas paliativas serão colocadas em prática ainda nesta semana, afirmou a Caern.

A Caern anunciou que em
 Currais Novos uma adutora levará água da barragem Armando Ribeiro Gonçalves, com captação em São Vicente, para a Estação de Tratamento de Água (ETA) localizada no Gargalheiras, de onde será bombeada para o reservatório. Assim, o abastecimento para Currais Novos deverá ser retomado em breve. Além disso, caminhões-pipa também levarão água do município de Florâniapara o reservatório em Acari.A última medição realizada no Gargalheiras apontou para o volume crítico de 0,2% do total.
Já em Acari, a companhia identificou três poços que poderão fazer o abastecimento da cidade e outros dois serão perfurados. Em virtude de água ser salgada, será preciso instalar dessalinizadores. A Caern informou que vai adquirir estes equipamentos. Contudo, em razão da situação emergencial, a água será bombeada nos próximos dias para que a população utilize apenas para fins domésticos.
Com a suspensão no abastecimento d'água em Acari e Currais Novos, sobe para 11 a quantidade de municípios potiguares em situação de colapso. Ainda segundo a Caern, outras 35 cidades estão em rodízio, ou seja, recebendo água de forma alternada com o objetivo de racionar a água disponível.
Gargalheiras
O açude Gargalheiras, originalmente batizado como barragem Eurico Gaspar Dutra, é um dos reservatórios de água mais importantes do Rio Grande do Norte. A capacidade de amarzenamento é de aproximadamente 44 milhões de metros cúbicos de água.
Açude Gargalheiras, no município de Acari, no RN (Foto: Canindé Soares)Açude Gargalheiras fica no município de Acari (Foto: Canindé Soares)
FONTE:http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2015/09/sem-agua-no-gargalheiras-cidades-do-serido-potiguar-entram-em-colapso.html?utm_source=facebook&utm_medium=share-bar-desktop&utm_campaign=share-bar
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Prefeitura de Picuí terá que construir novo matadouro


Prefeitura de Picuí terá que construir novo matadouro
 A Promotoria de Justiça de Picuí celebrou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), com o município de Picuí para colocar em funcionamento o novo matadouro público municipal, dentro dos padrões exigidos pela legislação vigente, obedecendo aos limites da lei de Responsabilidade fiscal.

De acordo com o TAC, a prefeitura se comprometeu a apresentar o projeto, do novo matadouro público, aos órgãos ambientais competentes e expedir as licenças necessárias até o dia 1º de outubro do corrente ano. A obra será construída em terreno próprio do município situado na rodovia PB 177, que liga Picuí a Nova Palmeira.


O promotor de Justiça Leonardo Quintans informou que o novo projeto deve atender aos princípios do ambiente ecologicamente equilibrado. Segundo o TAC, o município deve publicar até o dia 1º de dezembro deste ano o edital de licitação para contratação da empresa que vai executar a nova obra.

Terá ainda de concluir o procedimento licitatório da nova empresa responsável até dia 1º de março de 2016, e concluir a obra, colocando-a em funcionamento e desativando o atual matadouro, até o dia 1º de novembro de 2016.

O não cumprimento das cláusulas previstas no TAC implicará em multa pessoal ao prefeito do Município no valor de R$ 50 mil, acrescidas de R$ 1 mil por dia de atraso.

O TAC foi firmado porque uma vistoria realizada no atual matadouro, requisitada pelo Ministério Público, constatou diversos problemas como proximidade das residências, odor gerado pelo local, parte dos resíduos sólidos descartada de forma inadequada, resíduos sólidos coletados sem drenos.



MPPB
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SERVIDORES DE NOVA PALMEIRA DECIDEM POR PARALISAÇÃO


Servidores de Nova Palmeira se reuniram em assembleia na manhã de hoje para discutir os atrasos salarias que vêm ocorrendo no município.

A assembleia foi instala em segunda convocação, às 10h30, conforme previsto pelo edital. A pauta foi iniciada com informes gerais sobre as ações do SINPUC e, em seguida, foi discutida a frequência de atrasos nos pagamentos dos trabalhadores ativos e inativos.
A presidente, Edilândia Ferreira, informou aos sócios sobre a posição do Ministério Público (MP) em relação aos atrasos. De acordo com um comunicado do promotor de justiça, Leonardo Quintans Coutinho, as ações por atraso salarial são de interesse particular e, o MP, age apenas em casos nos quais o interesse coletivo seja ameaçado ou efetivamente violado.

Depois de prestar a informação, a presidente ouviu os sócios. O professor Alexsandro Barros fez uma análise de conjuntura e sugeriu uma paralisação. De acordo com Barros, em fala registrada na ata da assembleia, é preciso radicalizar o movimento para resolver o problema.

A professora Selmária Pinheiro também falou e enfatizou a importância da unidade entre os trabalhadores.

A presidente concordou com a ideia da paralisação e reforçou a necessidade de participação dos trabalhadores.

Sebastião Santos, secretário-geral do sindicato, lembrou a necessidade de cumprimento de trâmites legais para viabilizar a decisão. Ele disse ainda que, para não incorrerem em ilegalidade, os servidores só poderiam paralisar as atividades por 24 horas, no próximo dia 09 de setembro.

Após as discussões, a proposta foi à votação e os servidores decidiram paralisar as atividades. A paralisação será na próxima quarta-feira (09). Os trabalhadores serão recepcionados com um café da manhã, às 08h, na sede social do sindicato.


Fonte: http://sinpuc.blogspot.com.br/2015/09/assembleia.html
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Dilma estará na PB nesta sexta e deve passar por João Pessoa e Campina


Quando esteve na Paraíba, Dilma entregou certificados do Pronatec em João Pessoa (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)
Quando esteve na Paraíba, Dilma entregou certificados do Pronatec em João Pessoa (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)
Seguindo agenda positiva, no Nordeste, a presidente Dilma Rousseff (PT), deve visitar a Paraíba nesta sexta-feira (04), passando por João Pessoa eCampina Grande. Segundo informações extra-oficiais, prestadas pelo presidente do PT em Campina Grande, Hermano Nepomuceno, ela desembarca pela manhã na cidade para inaugurar casas do Programa Minha Casa, Minha Vida. À tarde ela deve se reunir com integrantes do ‘Dialoga Brasil’, em João Pessoa. A informação é do Jornal Correio da Paraíba.
A equipe do cerimonial da presidente chega, nesta terça-feira (01), ao Estado para antecipar os preparativos, estrutura e segurança dos locais por onde a presidente vai passar.
Pela manhã serão entregues 1.948 casas do Programa Minha Casa, Minha Vida, nos Conjuntos Acácio Figueiredo e Napoleão Suassuna, ambos localizados no bairro da Catingueira, região da Alça Sudoeste de Campina Grande. Numa parceria entre Governo Federal e Estado, as moradias foram construídas pela Companhia Estadual de Habitação Popular (Cehap), com recursos do Ministério das Cidades.
Fonte:http://www.manchetepb.com
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Saúde lança campanha de atenção às mulheres lésbicas e bissexuais

Aline Leal - Repórter da Agência Brasil
O Ministério da Saúde lançou hoje (2) campanha com foco na saúde das mulheres lésbicas e bissexuais. A mobilização, de caráter informativo, tem por objetivo acabar com o atendimento ginecológico baseado no pressuposto de que todas as mulheres são heterossexuais ou precisam de atenção ligada à reprodução.
Segundo o Ministério da Saúde, entre os desafios do atendimento estão a crença equivocada de que as mulheres lésbicas não têm risco de desenvolver cânceres de mama e de colo de útero e a oferta de anticoncepcionais e preservativos masculinos. A campanha distribuirá cartazes e folders para informar profissionais da saúde sobre as especificidades desta população.
Além disso, o ministro da Saúde, Arthur Chioro, destacou a importância de abordar o assunto na formação dos profissionais e na educação continuada de quem já trabalha no setor de saúde.
O ministro da Saúde, Arthur Chioro, na Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização, apresenta um balanço das ações executadas até agora pela pasta (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Para Chioro, há indícios de que ass lésbicas são menos acolhidas que as demais na prevenção e tratamento dos cânceres de colo de útero e de mamaArquivo/Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
De acordo com o ministro, o ministério tem indícios de que as mulheres lésbicas são menos acolhidas que as demais na prevenção e tratamento dos cânceres de colo de útero e de mama."Não podemos aceitar nenhuma forma de exclusão", afirmou Chioro.
Para a enfermeira e militante Carmem Lúcia, as mulheres lésbicas são extremamente invisíveis na sociedade.
"As pessoas pensam que todos são heterossexuais. Se você não afirma sua lesbianidade ou seu lugar diferente, não tem direitos ou cuidados específicos", disse.
Com o slogan "Cuidar da Saúde de Todos. Faz Bem para a Saúde das Mulheres Lésbicas e Bissexuais. Faz bem para o Brasil", a campanha é uma parceria entre o Ministério da Saúde,  Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e  Secretaria de Políticas para Mulheres da Presidência da República.

Edição: Armando Cardoso
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CPT registra 23 mortes no campo somente no primeiro semestre de 2015

CPT registra 23 mortes no campo somente no primeiro semestre de 2015
Em 2014 haviam sido 20 assassinatos no primeiro semestre. Em 2015 foram registrados 23, sendo que desse total somente um não foi na Amazônia.


O Centro de Documentação Dom Tomás Balduino, da Comissão Pastoral da Terra (CPT), registrou até julho de 2015, 23 assassinatos em conflitos no campo em todo o Brasil. No ano anterior haviam sido registrados, no mesmo período, 20 assassinatos. Desse total de 23, apenas um não aconteceu na Amazônia, foi o assassinato de um indígena Tupinambá na Bahia.
Foram 22 assassinatos em três estados da Amazônia: Pará (11), Rondônia (10) e Maranhão (1).
Pará e Rondônia, estados nos quais estão sendo desenvolvidos grandes projetos como a usina de Belo Monte, a de Tapajós, Jirau e Santo Antônio, foi onde mais se matou no Brasil em conflitos no campo. A Articulação das CPT’s da Amazônia tem denunciado os constantes conflitos na região, bem como o acirramento da violência e os impactos desses grandes projetos sobre a vida dos povos e comunidades amazônicas. Acompanhe aqui as notícias da Articulação.
Leia mais aqui
Texto: CPT Nacional

Fonte:http://www.irpaa.org
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