Inscrições abertas para Feira de Artesãs em Picuí

Durante as atividades relativas a semana da emancipação política na cidade de Picuí, onde esse ano o município comemora 113 anos,  estará acontecendo a feira de artesãs que tem como objetivo promover a independência financeira e a divulgação de vários talentos da mulher picuiense.
Esse ano, juntamente com a festa da emancipação política, estará acontecendo a semana da mulher estando também sendo representada através dessas atividades que promovem a elevação da autoestima das mesmas. 
A partir de hoje, as artesãs que quiserem participar da feira, deverão fazer a sua inscrição na secretaria de assistência social durante toda a manhã para que possa ser reservado um espaço especial para cada uma. Esse tipo de evento serve para a elevação a autoestima da mulher que deve ser valorizada perante a sociedade moderna. 
Essa feira vem também para mostrar que as mulheres têm seu poder de autonomia financeira e que seu talento serve exatamente pra isso, poder ganhar um extra para ajudar nas despesas da casa.

Fonte:  http://www.picui.pb.gov.br/noticia?id=1259

Zoneamento da palma forrageira e Pnae são destaques em encontro territorial do Piemonte da Borborema

Entidades sociais e governamentais componentes do a Coordenação Executiva do Território do Piemonte da Borborema estiveram reunidas na Estação Experimental da Emepa, em Alagoinha, Brejo paraibano, para discutir temáticas de desenvolvimento para aquele território.
Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e o zoneamento da palma forrageira na região do Agreste paraibano foram temas abordados pelas entidades daquele território composto por 21 municípios.
Tida como importante suporte para o desenvolvimento e fortalecimento da pecuária na região, a palma foi foco de discussão com ênfase à falta de apoio financeiro para o seu cultivo já que não tem o zoneamento agrícola, o que cria limitações junto as instituições bancárias na liberação de recursos para o plantio.
Conforme a assessoria daquela instituição, os participantes foram recebidos pelo membro territorial e chefe da Estação Experimental, pesquisador Rubens Fernandes da Costa, que fez explanações dos trabalhos de pesquisas realizadas pelos técnicos da Emepa e os trabalhos foram conduzidos pela coordenadora daquele Território, professora Amanda Cristina N. Marques, destacando a importância da organização social e dos temas colocados para o desenvolvimento sustentável da região dos temas abordados na dinâmica dialogada com as representações presentes.
Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

Aroeiras e municípios da região Agreste promovem seminário sobre Agricultura Familiar e Reforma da Previdência

Entidades da agricultura familiar do município de Aroeiras e municípios da região Agreste paraibana estão participando do Seminário Agricultura Familiar e Reforma da Previdência, em evento promovido em Aroeiras,
Do evento, na Câmara Municipal, estão participando lideranças de associações de agricultores, sindicatos de trabalhadores rurais e agricultores familiares, lideranças de entidades urbanas dos municípios da região que discutem reformas da Previdência propostas pelo governo Temer, ainda sobre as políticas de compras governamentais e a importância de programas como o Programa Nacional de Alimentação Escolar(PNAE) e Programa de Aquisição de Alimentos(PAA) associado a importância da organização de entidades governamentais, não governamentais e as famílias agricultoras para a manutenção e ou fortalecimento dos programas.
Dentre os participantes, o deputado Federal Luiz Couto(PT-PB) e o ex-secretário da Agricultura do governo paraibano e ex-delegado federal do MDA, pesquisador da Embrapa Marenilson Batista.
Evento semelhante acontece na tarde desta quinta-feira(02), na cidade de Queimadas, às 14 horas, tendo como local o auditório da Igreja Renascer de Queimadas, localizada na Avenida Assis Chateaubriand, saída pra Campina Grande próximo ao Restaurante e Pousada a Paz evento organizado pelo ICA, Instituto de Cooperação Agrícola em parceria com o Coletivo Ana Alice Pela Não Violência Contra a Mulher com políticas para mulheres em evidência.
Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

Mulheres e agroecologia, a luta é todo dia.

Ligória Felipe dos Santos é agricultora no semiárido brasileiro. Nasceu e se fez mulher numa comunidade rural, no município de Esperança, na Paraíba. Nasceu numa família de 7 irmãos e desde muito cedo conheceu o peso da divisão sexual do trabalho, tornando-se responsável por todos os cuidados da casa e dos irmãos; muito nova aprendeu sobre a injustiça do latifúndio quando sua família foi expulsa das terras onde morava e trabalhava para tentar a vida na cidade. Para se livrar do sofrimento, casou-se cedo, aos 19 anos. Muito nova, também aprendeu sobre violência doméstica. Separou-se e casou-se novamente, mas ainda não foi dessa fez que conheceu a felicidade. Seu segundo marido é alcoólatra e igualmente violento. E é por meio de seu trabalho na agricultura, que vem criando seus dois filhos e sua neta.
Foi justamente movida pelo amor aos filhos, que Ligória nunca desistiu frente às dificuldades que a vida impôs. Se ficava difícil, se erguia, mesmo que calada, e retomava o ritmo predestinado do árduo caminho que a vida lhe conduzia. As crianças já estavam crescidas quando conheceu o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de seu município, e com ele o Polo da Borborema, uma articulação de sindicatos e organizações da agricultura familiar de 14 municípios da Borborema, no estado da Paraíba. O contato com a dinâmica social promovida pelo Sindicato e pelo Polo permitiu a Ligória conhecer e trocar experiências. Começou a participar de visitas de intercâmbios e a quebra de seu isolamento possibilitou com que ela se encontrasse e se reconhecesse na experiência de outras mulheres agricultoras, viabilizando uma paulatina ruptura das barreiras culturais que a prendiam na cozinha de casa.
A partir dos intercâmbios, Ligória passou a olhar diferente para seu quintal. O que antes era invisível, insignificante e sem valor, para ela e para toda sua família, passou a ser reordenado, experimentado, e conseguiu adquirir novos bens – como cisternas de placas para armazenamento de água da chuva para beber, telas de arame ou animais – via políticas públicas ou, principalmente, pela capacidade adquirida pelas mulheres do território de se auto-organizar por meio de Fundos Rotativos Solidários – um sistema econômico comunitário e solidário.
O quintal de Ligória foi se tornando um subsistema importante para dentro do estabelecimento familiar por sua capacidade de gerar riquezas, segurança e soberania alimentar e bem-estar para a família. Ligória passou a participar da feira agroecológica. Na medida que reassumiu o domínio do quintal, foi conseguindo tomar iniciativas na produção de alimentos e na economia com êxito, foi conquistando mais poder nas esferas pública e privada.
Se por um lado, a participação dos intercâmbios e a agroecologia foram fortalecendo sua capacidade produtiva, por outro, sua participação na Marcha pela Vida das Mulheres e pela Agroecologia a fez se fortalecer como mulher. Há 8 anos, o Polo da Borborema, assessorado pela AS-PTA Agricultura Familiar e Agroecologia, vem realizando uma Marcha de mulheres camponesas para denunciar e romper com o patriarcalismo e o machismo. As Marchas são momentos de denúncia e de grande visibilidade pública das diversas formas de violência sofridas pelas mulheres e das desigualdades de gênero.
A primeira edição da Marcha aconteceu no ano de 2010, no município de Remígio (PB), com a participação de 700 mulheres. Nos anos seguintes, o que se observou foi a adesão de um crescente número de mulheres. Em 2016, a sétima edição levou às ruas de Areial (PB) mais de 5 mil mulheres camponesas, mostrando ser um movimento positivo de retroalimentação entre os processos de experimentação e politização do trabalho.
Cada edição da Marcha é precedida por um intenso processo de sensibilização e formação das mulheres, mas também dos homens do movimento. São realizados encontros de mulheres nos 14 municípios que fazem parte do Polo da Borborema e, a cada ano, é trabalhada uma metodologia voltada a desnaturalizar as amarras culturais que determinam as diferenças sociais entre os sexos. Há ainda o estímulo para que novos encontros e conversas aconteçam em seus grupos de fundos rotativos, de beneficiamento, na associação comunitária ou mesmo entre vizinhas.
Com certeza, a trajetória de superação de Ligória não é única no território da Borborema. Ela se repete em milhares de famílias. Mas, como sabiamente costumam analisar as lideranças do Polo, não há tempo para se baixar as bandeiras, a luta é todo dia. O ambiente de diálogo criado no território permitiu que os tensionamentos – no interior das famílias, mas também nos espaços públicos – sejam constantemente enfrentados. Nessa lógica de superação de conflitos, as relações e a cultura vão pouco a pouco assumindo contornos mais justos e solidários. Ainda longe de ser o ideal, Ligória bem sabe disso. Mas o mais importante é que ela e o movimento dessas agricultoras estão conseguindo marcar um lugar na luta pela vida das mulheres e pela Agroecologia.

Fonte:http://www.asabrasil.org.br/noticias?artigo_id=10097

Nordeste & Missão

O Nordeste é o maior desafio missionário da igreja brasileira. Ao mesmo tempo, por causa da alegria, fibra e criatividade de sua gente, é o maior potencial ainda não mobilizado, da própria igreja, para missões. Veja alguns números:
  • É a 2ª região mais populosa do Brasil (51 milhões hab.) e a que possui a menor porcentagem de evangélicos (13%);
  • É onde está a maioria (71%) das cidades menos evangelizadas do Brasil. Das 485 com menos de 3% de presença evangélica, 343 estão no interior nordestino;
  • Das 258 tribos indígenas brasileiras, 39 estão no Nordeste e, destas, 29 ainda não têm uma igreja capaz de evangelizar seu próprio povo sem ajuda externa;
  • Das 724 comunidades quilombolas (descendentes de africanos), 523 estão no Nordeste e onde, em sua grande maioria, ainda não existe uma igreja.
O Sertão é a mais próxima e negligenciada fronteira da igreja brasileira. Longe dos olhos, às margens das iniciativas e estigmatizadas como “campo resistente”, centenas de comunidades rurais, onde vivem mais de 10 milhões de pessoas, clamam ano após ano por uma oportunidade relevante de ouvir o Evangelho.
busca aguaHistoricamente estas cidades do sertão têm sido classificadas como “resistentes” ao avanço da igreja evangélica devido à idolatria. Dados do IBGE, contudo, revelam um forte crescimento dos “sem religião” na
última década, fazendo com que este grupo já seja o segundo mais numeroso em várias destas pequenas cidades. Juripiranga (9.500 hab.), no agreste Paraibano, com 22% de “sem religião”, é um exemplo.
A Paraíba, com 84 municípios com menos de 3% de presença evangélica, é o Estado mais carente do Evangelho no Brasil!
Mas a Paraíba também é estratégica para o avanço do Reino de Deus na região pois é o centro geográfico do Nordeste. Partindo de João Pessoa, num raio de 700 km, temos 5 outras capitais, vários pólos regionais, como Campina Grande, Mossoró e Caruaru e centenas de pequenas cidades do sertão.

Fonte :http://www.teleios.com.br/brasil/nordeste/nordeste/

Estão abertas as inscrições para o 65º Projeto Missionário

Estão abertas as inscrições para o 65º Projeto Missionário que ocorrerá na cidade de Lagoa de São Francisco, Piauí, de 05 a 26 de Julho de 2016.





Para saber mais informações vá click no site : http://juvep.com.br/

66 vidas aceitam Jesus em Barra de Santa Rosa no Curimataú Paraibano

No dia 30 de abril, a cidade de Barra de Santa Rosa, no Curimataú paraibano recebeu uma equipe com mais de 50 pessoas da Igreja Assembleia de Deus em Campina Grande para a realização de um avanço evangelístico.
No período da tarde, uma ação social chamou a atenção dos moradores, que foram atendidos em serviços de saúde, como aferição de pressão e teste de glicose, além de cortes de cabelo.
Alguns integrantes da equipe Mãos Dadas saíram às ruas distribuindo literaturas cristãs e evangelizando a população. Enquanto outro grupo bem animado ficou responsável pelas crianças, que cantaram louvores e aprenderam um pouco mais sobre Jesus. Ao todo, 25 crianças e 38 adultos foram alcançados naquela tarde.
À noite aconteceu a Cruzada Evangelística ‘Jesus, a única esperança’. Com muito louvor e adoração, os moradores desfrutaram de momentos valiosos na presença de Deus. O pastor Daniel Nunes, presidente da IEADCG e COMEAD-CGPB, ministrou a Palavra a um público sedento por Jesus e os resultados foram vistos na hora do apelo, com três vidas se entregando ao Pai.


Fonte:http://adcampinagrande.com.br

Feliciano e Malafaia criticam decisão do STF sobre Cunha

O afastamento de Eduardo Cunha do posto de presidente da Câmara dos Deputados nesta quinta (5) teve ampla repercussão na mídia. Enquanto muitos comemoravam, um pequeno grupo lembrava que os procedimentos constitucionais não foram seguidos e que o procurador geral da República, Rodrigo Janot, e o ministro do STF, Teori Zavascki, sendo do judiciário não poderiam intervir no Legislativo.
O deputado federal pastor Marco Feliciano (PSC/SP), usou o Facebook para emitir seu protesto em um longo texto.
Ele insiste que o artigo 55 da Constituição Federal diz claramente que no caso de “sentença penal condenatória transitada em julgada, a perda do mandato será decidida pela Câmara dos Deputados ou pelo Senado Federal, por maioria absoluta, mediante provocação da respectiva Mesa ou de partido político com representação no Congresso Nacional”. Ou seja, as disputas do legislativo se resolveriam no âmbito do Poder Legislativo.
Mesmo assim, Zavascki decidiu “suspender” o mandato de um deputado eleito. O motivo da liminar é que Cunha, como presidente da Câmara dos Deputados, não reunia “condições pessoais mínimas” para ocupar o cargo de Presidente da República, caso Temer venha a ser presidente nos próximos dias.
Para Feliciano, trata-se de uma violação das leis do país, pois Dilma não foi afastada ainda. Logo, Cunha não está na linha sucessória. “Considero extremamente perigosa e desastrosa a decisão do ministro Teori Zavascki, simplesmente por não ter lastro constitucional que a fundamente”, escreveu Feliciano.
O pastor reconhece as acusações contra o colega deputado, em momento algum dizendo que ele não deveria ser investigado e julgado. Contudo, lembra que “não há condenação transitada em julgado”, logo a decisão é precipitada.
Ele finaliza de maneira enfática: “Considero uma afronta desrespeitosa e intolerável à Constituição Federal de 1988, que reuniu ferramentas reprimidoras de excessos, como este, que o Supremo praticou. Entendo que o ministro extrapolou limites na sua decisão, não observando preceitos constitucionais mínimos de freios e contrapesos”.
Quem também se manifestou através das redes sociais foi Silas Malafaia. Como é seu costume, não mediu palavras para externar sua revolta com o ocorrido. “Não tenho medo de opinião pública, nem publicada”, disse ele logo no início do vídeo publicado no Youtube.
Reconheceu que apoiou Eduardo Cunha em sua campanha a deputado, mas que na época “não havia nenhuma denúncia” contra ele. Frisou ainda: “Sempre fui a favor do afastamento de Dilma, Renan e Cunha, mas pelo viés legal”.
Contrariado com a decisão de Teori, classificou a decisão de arbitrária. “Uma caneta de um juiz afasta um deputado? Nunca vimos isso na história”. Assim como Feliciano, Malafaia entende que o processo contra Cunha não seguiu os procedimentos constitucionais.


Fonte https://noticias.gospelprime.com.br/

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Notícias do Semiárido Nordestino,Seridó da Paraíba e Rio Grande do Norte.

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